sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Finjo muitas vezes que nada me afecta, que tudo me passa ao lado e que nada do que me dizem que magoa, finjo não gostar de ti para me parecer menos real, finjo que me és indiferente para te conseguir expulsar da minha vida, sinto coisas tão fortes e simplesmente digo que não me afectou nem um pouco, faço tudo isto para parar de sentir a tua falta ou para te puder esquecer durante apenas 5 minutos mas não vale a pena, é esforço em vão nada do que faço me faz amar-te menos e nada do que digo me faz odiar-te nem que seja um pouco. Não sei quanto tempo mais tencionas ficar instalado no meu coração a interferir com a minha vida, mas espero que seja por pouco, porque começo a ficar cansada de tanto fingimento.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Optimismo ou estupidez? Amor.

Lembras-te disto? E daquilo? E aquela vez? Lembras-te? Responde sinceramente, lembras-te? É, eu também acho que não.
Acho que, e não penses que te critico por isso, alias só te critico por seres capaz de fazer isso e eu não, numa parte qualquer do teu cérebro ou do teu coração tu me tinhas guardado, e todos os nossos momentos, todas as nossas palavras, as respirações conjuntas, as parvoíces, guardavas isso tudo – porque sejamos sinceros não podes ser assim tão indiferente ao ponto de teres fingindo durante aquele tempo todo sem sentires uma coisa mínima que fosse, é impossível fingir assim tão bem, e eu sei bem o que senti e isso foi realidade de te ter comigo – e quando me disseste que eu tinha de sair desse cantinho, quando acabaste com a minha estadia naquilo a que eu chamava o paraíso que todas queriam e que eu tinha, quando me tiraste do melhor sitio em que alguma vez tive, senti-me á nora, era como quando alguém vende um apartamento e se muda para morar com outro alguém mas no fundo se algo correr mal não há sitio onde ficar pois demos tudo de nós, a nível sentimental e a nível material e quando nos vimos sem nada a primeira reacção é deixar-nos abater, simplesmente cair e bater bem lá no fundo do poço, mas, o pior, e mesmo que me custe admitir isto, eu ainda não saí desse fundo, pois continuo á espera que sejas tu quem me vai salvar deste afundanço.
Optimismo ou estupidez? Amor.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Pergunta.

Valerá a pena? Eis a questão à qual não encontrei resposta ainda, valerá a pena amar se isso significa que iremos sofrer? Pois, eu não sei.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Por favor, vai.

Quero tirar-te do meu coração, quero esquecer-te, apagar-te da minha memória, quero simplesmente pensar que nunca exististe para mim.
Por favor, vai, sai da mesma maneira que entras-te, do nada, simplesmente vai, mas por favor não me magoes mais do que já fizeste. Não me faças sentir ainda mais arrependida por te ter dito aquilo que para mim é sagrado. Amo-te.
Peço-te a ti para te ires embora e nunca mais voltares, e ao meu coração peço que me deixe seguir em frente, que não me impeça de ver para além de ti, peço-lhe que me guie para um outro caminho do qual tu não faças parte. É tudo o que lhe peço.

sábado, 16 de outubro de 2010


Ontem pensei que sabia o que queria, ficava chateada quando duvidavam da minha decisão mas hoje não sei nada do que quero, não sei o que está certo ou o que devo fazer, apenas sei uma coisa: tenho saudades tuas.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Para mim chega, tu magoaste-me como nunca ninguém me magoou, fizeste-me acreditar em tudo o que dizias e depois simplesmente mudas, tornas-te numa pessoa completamente diferente e eu não estou para isto, amizade não significa pisar e enxovalhar mas sim respeitar. Para mim chega.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

PORRA ESTOU TÃO FARTA DISTO, QUERO FUGIR, QUERO IR PARA UM SÍTIO ONDE ME TIREM O CORAÇÃO, O CÉREBRO, QUERO DESAPARECER.

sábado, 18 de setembro de 2010

Dance World.


There are no different dance styles, everything is one, all part of the same world. I wish some day soon i'll be part of this world, that we call dance world.
"You will have a stage and a audience. What you want them to feel?" - Street Dance.

sábado, 4 de setembro de 2010

-Costumas chorar á frente de outras pessoas?
-Apenas quando estou mesmo muito mal, mas evito.
-Então onde é que choras? Onde é que deitas cá para fora tudo o que te põe triste?
-Oh, eu só choro no banho.
-No banho? Mas que tolice.
-Não é nenhuma tolice, até é estranhamente bom.
-Explica-te melhor que eu não estou a perceber.
-Choro no banho enquanto a água me escorre pela cara pois assim não vejo nem sinto as minhas lágrimas, elas apenas se misturam com a água, água essa que as leva pelo cano abaixo e no dia seguinte mais um monte delas prontas para ir.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

-Eu acreditava no amor verdadeiro.

-Acreditavas? Já não acreditas?

-Não. Não existe.

-Existe sim.

-Como é que podes dizer isso? Nunca viste o verdadeiro amor.

-Mas já senti. O amor não é única e exclusivamente de rapaz para rapariga, existe o amor de amizade, da família.

-Eu estava a falar do amor entre um rapaz e uma rapariga.

-Esse também existe, como é óbvio.

-Não é assim tão obvio, olha bem para mim, julguei ser amada e afinal não passou de uma ilusão.

-Sentis-te muito esse amor?

-Sim, como todas as minhas forças.

-Choras-te muito por esse amor?

-Sim, muito mesmo.

-Sentis-te imensamente feliz por o teres?

-Sim claro, feliz e concretizada.

-Então não digas que o amor não existe, não digas que foi tudo uma ilusão, porque as tuas lágrimas, os teus sorrisos, os teus sentimentos, isso não são ilusões mas sim as provas que tudo isso foi real.

-Real ou não, acabou.

-Sorri mas é por ter acontecido.

-Não tenho forças para isso.

-Se tens forças para chorar tens forças para sorrir, porque o choro e o riso vêm do mesmo sitio, do coração.

domingo, 8 de agosto de 2010

Sou a dona do meu destino e a comandante da minha vida.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

O amor não conhece a sua própria intensidade até à hora da separação.

domingo, 4 de julho de 2010

Estar Apaixonada. Uma nova descoberta.

Nunca pensei algum dia ficar assim. Falo a sério, nunca pensei em mim neste modo, quer dizer, sempre tive aqueles sonhos sobre como seria quando me apaixonasse e sempre imaginei o rapaz por quem eu me iria enfeitiçar, mas honestamente, nunca pensei em mim desta maneira. Em todos os sonhos que tive em nenhum eu aparecia a chorar por me ter chateado com o meu príncipe encantado, em nenhum eu aparecia aborrecida por ainda não ter falado com ele, em nenhum sonho eu aparecia feliz com as palavras ou com os gestos dele, em nenhum eu aparecia radiante por o ver ao pé de mim, e nenhum eu estava assim, dependente dele.

E, para ser sincera assusta-me e muito esta situação, eu não me arrependo por estar a construir a minha vida baseada numa pessoa, não me arrependo de todo, mas assuta-me o simples facto de estar tão apaixonada ao ponto de deixar que seja ele, quase que, a decidir o meu estado de espírit0. Sempre fui aquilo que chamam "senhora do meu nariz", sempre gostei de ter a minha liberdade, o meu espaço, sempre me esforçei para os conseguir, sempre lutei pela minha opinião e sempre a levei até á ultima, sempre fui de dizer que não me ia casar, e nunca desejar ter filhos, sempre desejei uma carreira cheia de sucesso, e costumava dizer "eu vou apaixonar-me, claro que vou, um dia eu vou-me apaixonar, mas nunca vou deixar que isso me mude, nunca me vou dar a 100% a uma pessoa", mas eu agora pergunto, onde é que eu tinha a cabeça para puder dizer uma coisas dessas? Eu sou a mesma, continuo teimosa, persistente, continou a detestar a idéia de me casar, e continuo a dizer NÃOO ás crianças, mas a verdade, é que duas pessoas apaixonadas são duas pessoa mudadas, isto é, no meu ver quando realmente gostamos de alguém, sim porque isto não faz sentido naquelas paixonetas, nós mudamos, por muito que essa idéia possa parecer descabida, nós mudamos, acabamos por nos moldar ao nosso parceiro, da mesma forma que ele se habitua a nós, e quando realmente estamos apaixonadas, nós entregamo-nos a 100% a uma pessoa, não que isso seja sempre bom, mas é o que o ser humano, quase que está, programado para fazer. Pode demorar meses, ou quem sabes, até anos até relamente nos entregarmos a uma pessoa assim, de corpo e alma, mas acaba por acontecer, é como se sentissemos aquela necessidade de mostrarmos o quanto amamos essa pessoa, e ás vezes, tudo o que fazemos parece-nos pouco para o mostrar, chegamos a perguntar se essa pessoa tem alguma noção do quanto ela é importante.

Isto é tudo novo para mim, tudo um campo acabado de descobrir, um mundo novo, cheio de medos, de alegrias, e descobertas, um mundo assutador mas ao mesmo tempo um mundo capaz de mudar uma pessoa, capaz de mudar as mentalidades de muita gente. Mudou a minha. Muda a de qualquer pessoa, mais cedo ou mais tarde, ele acaba por mudar.

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Lar. Doce Lar.

Saí hoje da clínica onde passei as minhas últimas 48h. Fui operada na terça feira aos joelhos e voltei hoje a casa, e devo dizer, que estou estupfacta como a maneira que a medecina evoluíu. E também devo agradecer a toda a equipa médica que cuidou de mim sempre disponiveis e prontos a ajudar. Sinto-me bem, finalmente posso dizer que me sinto bem.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Happy Ending.

"-Será que para sempre existe? -Pergunta-me ele com o seu tom doce.
-Sim, eu acho que sim.
-Achas ou tens mesmo a certeza?
-Não sei.
-Nem eu. Mas por agora eu sei que quero-te a meu lado até o destino me deixar.
-Mas tu sabes que podemos mudar o destino.
-Claro, e eu vou mudá-lo até tu quiseres.
-Eu vou querer durante muito tempo - parei e olhei nos olhos daquela pessoa por quem alguma vez chorei, por quem alguma vez lutei, pela tal pessoa que alguma vez amei - Posso dizê-lo? - perguntei receosa da sua resposta.
-Podes meu amor.
-Eu amo-te.
-Foi dificil?
-Nem por isso, para te ser sincera, foi mais fácil do que eu estava á espera. Isso é um sinal certo?
-Um sinal de quê minha querida?
-De que és a pessoa certa.
-Sim. Amo-te.
-Foi dificil?
-Não - beijou-me e abraçou-me, como se fosse o ultimo abraço das nossas vidas. "

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Ainda hoje. Só hoje.

Ainda hoje quando o telemóvel tocou, e o teu nome apareceu no ecrã do meu telemóvel, ainda hoje quando ouvi a tua voz a chamar o meu nome, ainda hoje quando passei por ti e senti o teu cheiro como antes, ainda hoje consegui sentir aquele turbilhão de emoções, ainda hoje consegui sentir o quão tu me fazes falta. E só hoje, só hoje me apercebi o mal que me fazes quando não estás perto, quando não me chamas de "bebé", quando não disses que me adoras, quando não estás.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

One more time.

" -Lamento Inês, mas estes 2 meses de fisioterapia ajudou um pouco, mas o teu problema continua lá, e ainda está muito sensível ao toque como podemos ver quando fui examinar os teus joelhos.

-Sim, e diga-me uma coisa, o quê que é suposto eu fazer com essa informação toda?

-Nada, simplesmente aguardares a decisão dos teus pais.

-Pois sim.

-Inês, minha querida filha, tem calma, a doutora não tem culpa do teu problema. Tudo se vai resolver.

-Sim, sim. Dois anos a dizerem-me a mesma coisa, a cantiga começa a fartar e o disco a ficar riscado.

-Tens sempre uma alternativa. Tens mais sessões de fisioterapia até isso estar mesmo bom, e visto que passou para o joelho esquerdo, farás nos dois.

-NÃO!

-Como não Inês?

-Eu recuso-me a fazer mais fisioterapia. Não leve a mal, mas eu estou farta. Na minha garganta já não passam mais comprimidos para as dores, nos meus joelhos já não há mais espaço para dores, o meu coração já não tem lugar para mais sofrimento e as minhas lágrimas secaram, eu não quero passar por isto mais dois meses.

-Eu compreendo minha querida, acredita que compreendo. Mas tudo isto irá passar, basta pensares positivo e lutares só mais um bocadinho, está bem?

-Sim. Eu lutarei, porque o prazer de fazer exercício, a alegria de dançar fazem com que eu agora esteja aqui pronta para ouvir tudo o que me tem a dizer, mas é mesmo só por isso, porque por mim eu já tinha desistido disto tudo.

-Claro, eu entendo a tua situação, mas também sei que és uma menina muito forte...

-Aí é que se engana, eu não sou mais forte do que você, nem sou menos do que tu pai, simplesmente tenho onde me apoiar, e tenho pessoas que me levantam sempre que caio, tenho sempre alguém que me diz "luta mais um pouco, amanhã já estarás melhor".

-Então continua a agarrar-te a essas pessoas, pois elas serão sempre o teu porto de abrigo.

-E agora? O quê que devemos fazer?

-Devem esperar, deixem-na pensar no que ela quer, dêem-lhe espaço.

-Só tenho mais uma pergunta.

-Diz lá minha querida.

-Quando é que eu posso voltar a dançar? Isto é, não é que eu não dançe, porque danço, e se dissesse que não o faço estaria a mentir, mas a minha pergunta é, quando é que posso voltar a dançar sem cair, ou sem precisar de ser levada ao colo depois de cada actuação para as paredes alegres ou para os móveis modernos que preenchem o meu quarto deixando um simples círculo onde eu mostro realmente o que sou e porque vivo.

-Isso é algo que eu não te posso dizer com certezas mas em breve.

-E isso para mim não é resposta. Diga lá, pior do que eu tenho de passar no dia-a-dia é impossível por isso diga de uma vez. Quando?

-Não sei.

-QUANDO?!

-Inês, já estás a passar os limites!

-Desculpe.

-Não tem mal. Respondendo á tua pergunta. Não sei. Não tem data.

-Mas eu preciso de uma data, eu preciso de pelo menos uma certeza do meio disto tudo. Eu não quero, eu simplesmente preciso.

-Infelizmente é algo que eu não te posso dar. É algo que ninguém te poderá dizer.

-O problema é esse, é que nunca me podem dizer o que realmente se passa.

-Muito obrigada por tudo Doutora, e mais uma vez peço desculpa por esta conversa.

-Não peça Senhor Luís, a sua filha ensinou-me muito em duas consultas. Ela luta, e se por acaso alguém disser o contrário manda-os passear porque quem diz isso, não sabe o que diz. E sempre, mas sempre que alguém com um problema parecido ao teu entrar neste consultório a querer desistir, eu darei sempre o teu exemplo, mas não da parte fraca, mas sim da parte de coragem, de força e de determinação.

-Eu não assim tão forte, senão não tinha chorado.

-Os fracos choram e deixam as lágrimas escorrerem, mas o fortes choram, erguem a cabeça, limpam as lágrimas e dizem "Amanhã será melhor" e tu, tu limpas-te a cara e dizes-te "Amanhã eu dançarei, amanhã eu não cairei".

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Escolhi. Lutei. Fiz a minha escolha valer a pena. Vivo com as alegrias e tristezas da vida.

Amo-te A.G @

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Proibição.

Até os percebo, e sinto-me bem com a preocupação deles com a minha saúde mas será que eles não são capazes de me perceber um pouco, de ter coragem de vir falar comigo? Quantas vezes a minha mãe vem espreitar á porta do meu quarto a meia da noite porque me ouve chorar, ui, acreditem que são muitas. Mas no dia seguinte é incapaz de me perguntar o porquê das minhas lágrimas, é incapaz de me perguntar se estou melhor, se preciso de alguma coisa, em vez disso, proíbem-me de andar. Sei que eles só querem o meu bem mas sempre me disseram que o fruto proibido é o mais apetecido, eles não me podem proibir de sair com os meus amigos, de andar pela baixa da cidade simplesmente porque os meus joelhos estão mal. Já me proibiram de tanta coisa, porquê que me tiram isto agora? A única coisa que me resta e que eu ainda sou capaz de fazer. Sei que são meus pais e que o seu dever é cuidar de mim, mas a proibição não me põe melhor do meu problema, a proibição não me deixa feliz. Posso até estar a ser mimada por pensar que isto é terrível, e até mesmo estar a dramatizar, mas só queria que eles percebessem que eu sou capaz de alguma coisa. Só queria que eles percebessem o quanto certas coisas significam para mim. Mas no fundo, só queria que eles falassem comigo sobre o que se está a passar.

(mesmo só para desabafar :x)

sábado, 3 de abril de 2010

Inseguranças.

Será assim tao bom sentrimo-nos inseguros? Ás vezes pergunto-me porque raio é que existe a insegurança. Uns dizem que é bom sentirmo-nos inseguros, mostra que temos medo que algo má aconteca, outro dizem que é mau pois mostra que nao confiamos os sufeciente na outra pessoa.
Eu sinto-me insegura, mas eu confio. E agora? -.-

quarta-feira, 17 de março de 2010

I want but i can't.

I want to run, I want to walk, I want to dance, I want to feel, I want normal knees.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Culpa.

Era só o que mais me faltava, agora tenho de ir a Lisboa por causa destas malditas dores. Mas que raio de vida é esta? O quê que eu fiz assim de tão errado para merecer isto agora? :'x
As coisas não estão nada bem, o dinheiro a cada dia que passa parece desaparecer mais e mais depresa, e agora eu, eu vou fazer com que ele se gaste mais. A culpa é minha, nunca soube mentir muito bem, e nunca soube disfarçar a dor. Tentei, juro que tentei, mas cheguei a um ponto em que a dor supera tudo o que lutei até agora, mal consigo andar, nao posso jogar voléi, voléi, o meu desporto preferido, o desporto pelo qual me deitava tarde por treinar até altas horas, aquele desporto em que eu queria brilhar, mas até isso me conseguiram tirar estas malditas dores. Na escola, quando tenho que subir as escadas, meu deus, é como caminhar num chão coberto de pregos. Sinto os joelhos a fraquejar, parece que vou cair a qualquer momento, estou farta.
Isto pode parecer que são meras fatalidades, mas lidar todos os dias com estas dores, com a humilhação de cair em público, sim, eu já caí á frente de imensas pessoas por ter perdido as forças nos joelhor, digam-me? Será que alguem merece isto? É horrivel o facto de me privar de sair com os meus amigos para ter de ficar em casa a por gelo nos joelhos, é horrivel ir tirar o gelo da arca sem ninguem ver, para nao se aperceberem de que tenho dores, para nao causar mais dispesas. Meu deus, sinto dor, e sinto culpa, porque se eu soubesse mentir tão bem quanto queria, nao teriam de gastar dinheiro comigo. Desculpem mãe e pai, desculpem .. :'x