segunda-feira, 23 de agosto de 2010

-Eu acreditava no amor verdadeiro.

-Acreditavas? Já não acreditas?

-Não. Não existe.

-Existe sim.

-Como é que podes dizer isso? Nunca viste o verdadeiro amor.

-Mas já senti. O amor não é única e exclusivamente de rapaz para rapariga, existe o amor de amizade, da família.

-Eu estava a falar do amor entre um rapaz e uma rapariga.

-Esse também existe, como é óbvio.

-Não é assim tão obvio, olha bem para mim, julguei ser amada e afinal não passou de uma ilusão.

-Sentis-te muito esse amor?

-Sim, como todas as minhas forças.

-Choras-te muito por esse amor?

-Sim, muito mesmo.

-Sentis-te imensamente feliz por o teres?

-Sim claro, feliz e concretizada.

-Então não digas que o amor não existe, não digas que foi tudo uma ilusão, porque as tuas lágrimas, os teus sorrisos, os teus sentimentos, isso não são ilusões mas sim as provas que tudo isso foi real.

-Real ou não, acabou.

-Sorri mas é por ter acontecido.

-Não tenho forças para isso.

-Se tens forças para chorar tens forças para sorrir, porque o choro e o riso vêm do mesmo sitio, do coração.

domingo, 8 de agosto de 2010

Sou a dona do meu destino e a comandante da minha vida.