Lembras-te disto? E daquilo? E aquela vez? Lembras-te? Responde sinceramente, lembras-te? É, eu também acho que não.
Acho que, e não penses que te critico por isso, alias só te critico por seres capaz de fazer isso e eu não, numa parte qualquer do teu cérebro ou do teu coração tu me tinhas guardado, e todos os nossos momentos, todas as nossas palavras, as respirações conjuntas, as parvoíces, guardavas isso tudo – porque sejamos sinceros não podes ser assim tão indiferente ao ponto de teres fingindo durante aquele tempo todo sem sentires uma coisa mínima que fosse, é impossível fingir assim tão bem, e eu sei bem o que senti e isso foi realidade de te ter comigo – e quando me disseste que eu tinha de sair desse cantinho, quando acabaste com a minha estadia naquilo a que eu chamava o paraíso que todas queriam e que eu tinha, quando me tiraste do melhor sitio em que alguma vez tive, senti-me á nora, era como quando alguém vende um apartamento e se muda para morar com outro alguém mas no fundo se algo correr mal não há sitio onde ficar pois demos tudo de nós, a nível sentimental e a nível material e quando nos vimos sem nada a primeira reacção é deixar-nos abater, simplesmente cair e bater bem lá no fundo do poço, mas, o pior, e mesmo que me custe admitir isto, eu ainda não saí desse fundo, pois continuo á espera que sejas tu quem me vai salvar deste afundanço.
Optimismo ou estupidez? Amor.
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
Optimismo ou estupidez? Amor.
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Pergunta.
Valerá a pena? Eis a questão à qual não encontrei resposta ainda, valerá a pena amar se isso significa que iremos sofrer? Pois, eu não sei.
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
Por favor, vai.
Quero tirar-te do meu coração, quero esquecer-te, apagar-te da minha memória, quero simplesmente pensar que nunca exististe para mim.
Por favor, vai, sai da mesma maneira que entras-te, do nada, simplesmente vai, mas por favor não me magoes mais do que já fizeste. Não me faças sentir ainda mais arrependida por te ter dito aquilo que para mim é sagrado. Amo-te.
Peço-te a ti para te ires embora e nunca mais voltares, e ao meu coração peço que me deixe seguir em frente, que não me impeça de ver para além de ti, peço-lhe que me guie para um outro caminho do qual tu não faças parte. É tudo o que lhe peço.
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